Enquanto cresce a expectativa para divulgação das primeiras imagens científicas do poderoso Telescópio Espacial James Webb, que serão reveladas ao mundo na terça-feira (12), por que não curtir mais um belo registro feito pelo veterano Hubble?

ANASA usou o Twitter no sábado para divulgar um “flagra” feito pelo telescópio em 2014. Na imagem, é possível ver plumas brilhantes da Grande Nuvem de Magalhães, que aparecem quase como uma corrente oceânica, formada por fios nebulosos.

A imagem mostra parte dos arredores da Nebulosa da Tarântula, localizada dentro da Grande Nuvem de Magalhães. Trata-se de uma pequena galáxia próxima que orbita a Via Láctea e aparece como uma bolha borrada no céu da Terra. O Telescópio Espacial Hubble espiou muitas vezes essa galáxia, liberando imagens impressionantes das nuvens rodopiantes de gás e estrelas cintilantes.

Por que esse registro do Hubble é especial?

Na maioria das imagens da Grande Nuvem de Magalhães, a cor é completamente diferente da vista neste registro. Para esta imagem, os pesquisadores substituíram o filtro habitual, que seleciona a luz vermelha. Neste caso, foi usado um filtro que deixa passar a luz infravermelha próxima. Nas imagens tradicionais, o gás hidrogênio aparece rosa porque brilha mais forte no vermelho. Aqui, no entanto, outras linhas de emissão menos proeminentes dominam os filtros azul e verde.

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Esses dados fazem parte do Archival Pure Parallel Project (APPP), um projeto que reuniu e processou mais de mil imagens obtidas pelo Hubble. Muitos dos dados do projeto podem ser usados ​​para estudar uma ampla gama de tópicos astronômicos, explorando galáxias distantes de formação de estrelas, complementando observações em outras faixas de comprimento de onda com dados ópticos e examinando variadas populações estelares.

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